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Rotary Club de Patos Norte recebe visita do governador do Distrito 4500, André Castelo Branco

O Rotary Club de Patos Norte recebeu, nesta terça-feira, dia 09 de setembro a visita oficial do governador do Distrito 4500, André Castelo Branco. A solenidade marcou um momento especial para a entidade, que se destacou pela organização e pelo compromisso com os ideais rotários. Durante o encontro, o governador pôde conhecer de perto os projetos desenvolvidos pelo clube em Patos-PB, no Sertão do estado da Paraíba, que envolvem ações sociais, de saúde, educação e apoio às instituições locais. Dentro da programação o governador participou da reunião administrativa com a diretoria, participou de um programa de rádio na Arapuan FM Patos no programa 60 Minutos com apresentação do Jornalista e Rotariano Paulo Costa. Visitou a Escola Rotary, O Marco Rotário No Centro da Cidade, também passou pela Ótica Bela Visão, onde acontece o projeto “Ler e Aprender” e finalizou na Oficina “OK”, do companheiro Francisco Dantas, que mantem a 19 anos o projeto “Mecânicas para Amadores”. Em sua fala, André Castelo Branco destacou a importância da união dos rotarianos para a transformação da sociedade e reforçou o papel de cada clube no fortalecimento do Rotary em toda a região. “É sempre prazeroso poder vir ao clube e encontrar um clube bem estruturado, tudo organizado, com projetos e forte atuação nas comunidades. E ao mesmo tempo rever os companheiros com o propósito de servir”, disse o governador A visita também contou com a participação dos três Clubes de Rotary da cidade de Patos-PB, bem como com as Damas da casa da Amizade. A Presidente da Casa da Amizade Fabiana Monteiro, presenteou o governador com um mimo. Já a Presidente do RC de Patos Norte, Reneide Régia, falou da satisfação em receber o governador em sua visita oficial. “Essa visita é um momento ímpar, para mostrarmos os projetos que estão sendo desenvolvidos no clube, e ficai marcado por troca de experiências, alinhamento de metas e renovação do compromisso com os valores rotários, reafirmando o lema do ano: “Unido Para Fazer o Bem”, finalizou a Presidente Ao encerrar a reunião festiva foi realizado um companheirismo com todos os presentes com um jantar ao som de Marquito do Forró artista local. O governador André Castelo Branco, continua na cidade de Patos-PB, até a sexta-feira onde ainda tem visita no RC Patos e Patos Sul.

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Ação Social Abrigo Nossa Senhora da Conceição

 Uma Tarde de Amor e Confraternização! No dia 9 de setembro, em celebração ao Dia do Idoso, o Rotary Club de Olinda Norte, junto com nossa Casa da Amizade e a companhia especial dos queridos companheiros Geraldo e Romualdo do Rotary Club do Largo da Paz, visitou o Abrigo Imaculada Conceição, em Guadalupe, Olinda. 💙Foi uma tarde repleta de carinho, sorrisos e momentos inesquecíveis! Levamos um lanche delicioso com cachorro-quente, bolos e sucos, além de kits de higiene com hidratante, colônia, sabonete e pasta de dente, e fraldas geriátricas para maior conforto, cuidando do bem-estar das idosas com muito amor. A interação foi um dos pontos altos da visita. Algumas das idosas compartilharam suas vozes em canções, enchendo o ambiente de emoção e leveza. Finalizamos com orações e agradecimentos, reforçando os laços de solidariedade e amizade. 🙏✨Agradecemos imensamente aos companheiros do clube; cada contribuição foi fundamental para a realização da visita, aos companheiros Geraldo e Romualdo do RC Largo da Paz por tornarem esse dia ainda mais especial! Juntos, fizemos a diferença, celebrando a vida e o cuidado com quem tanto precisa e merece. 💞 https://www.instagram.com/reel/DOexZzekQN7/?igsh=em5ycjh0a3NiZmNv

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Visita Oficial do Governador ao RC Patos Norte

Nesta terça-feira (09), o governador distrital André Castelo Branco deu continuidade à sua agenda de visitas oficiais com a reunião no Rotary Club de Patos Norte. O encontro foi marcado por companheirismo, integração e pelo diálogo sobre os projetos que fortalecem o ideal de servir. Antes da reunião, o governador também participou de uma entrevista especial na Rádio Arapuan FM 98,9, onde falou sobre o trabalho do Rotary, sua missão humanitária e o papel transformador das ações desenvolvidas em comunidades locais e globais. Um momento de presença marcante que reafirma o compromisso do Distrito 4500 em estar próximo dos clubes e de toda a família rotária.Imagem Pública – 25/26    

📚✨ Projeto Era Uma Vez ✨📚

✨ Projeto Era Uma Vez ✨ Na Casa de Acolhimento São Sebastião de Monteiro, todo mês é dia de magia e alegria! 🌈💫 Com contação de histórias, brincadeiras e um lanche coletivo, o projeto leva afeto, esperança e memórias inesquecíveis às nossas crianças. ❤️📚 Era Uma Vez… e sempre será sobre amor e cuidado.  

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AÇÃO SOCIAL NA CASA DE ACOLHIMENTO SÃO SEBASTIÃO

✨ Projeto Era Uma Vez ✨ Na Casa de Acolhimento São Sebastião de Monteiro, todo mês tem um dia de magia e alegria! 🌈💫 Com contação de histórias, brincadeiras e um lanche coletivo, o projeto leva afeto, esperança e memórias inesquecíveis às nossas crianças. ❤️📚 Nosso objetivo é simples, mas profundo: transformar um dia comum em um momento inesquecível, regado de carinho e atenção. Cada encontro é uma oportunidade de semear amor, construir memórias felizes e mostrar a cada criança que ela é especial e merece ser cuidada com dignidade. Era Uma Vez… e sempre será sobre amor e cuidado.

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Palestra “Folclore Nordestino” – com a companheira Leny Amorim.

Com imensa honra, o Rotary Club do Recife recebeu em sua reunião a companheira Leny Amorim, que proferiu a brilhante palestra “Folclore Nordestino”  “Folclore é a cultura do Popular, tornada normativa pela tradição.” – Luís Câmara Cascudo.   Folclore é puro. É a arte da nossa gente. É fruto da contribuição das nossas raízes: branco, indígena e afro. Envolve nossos folguedos. Seu maior berço é Pernambuco. A capitania que deu certo. É uma quarta dimensão que flui do meio ambiente da convivência popular. O conteúdo do folclore ultrapassa o 22 de agosto de 1846, quando Willian John Thoms (1803-1885), criou o vocábulo: FOLCLORE. São múltiplas as suas formas de expressão.   Fato Folclórico: Toda maneira de pensar, agir e sentir, que expressam a vida do povo. Características: ACEITAÇÃO COLETIVA – o que dá julgar a variantes. Uma história, pode ser contada de várias formas; uma melodia, sofre alterações de letras. É contagiante. Transmissão Oral – Os antigos, não possuíam dos nossos recursos. Era o boca a boca. Ex.: lendas, provérbios, adivinhas, brinquedos de roda, versos populares. O diz me diz.  Por que o povo canta? Para adormecer a criança, louvar a Deus, para festejar colheitas, enaltecer o natal, através das pastorinhas, folias de reis. Cantam para sobreviver, aliando as danças, como gestual próprio de cada região. Isto é folclore. A pluralidade dos nordestinos torna possível uma grande diversidade de expressão folclórica.  Manifestações Folclóricas: Literatura oral – O modo de falar: oxente, visse, etc. Artesanato popular – Com os nossos grandes mestres- a FENEARTE é um exemplo. E os artistas que se revelam no Brasil inteiro, mostrando o milagre da arte em suas mãos. Imagens de santos, esculturas olarias (peças de barro). Alto do Mouro – maior centro de arte figurativa das Américas UNESCO. Folguedos populares – são danças, altos e brincadeiras infantis, motes, etc. Eles são sempre praticados nas grandes celebrações: carnaval, sábado de aleluia, Natal, festa dos Reis Magos São João. Os folguedos populares são infantis e adultas. Música Folclórica – é toda aquela que canta o sertão ou outra região, costumes e “causos” do povo. Vai da cantiga de ninar, cantiga de roda, aos grandes sucessos musicais de cada povo. Tradição – A força que garante a preservação do folclore. O modo vivo de transmitir os conhecimentos populares. A força que mantém os valores da cultura vivos. Funcionalidade – Tudo que o povo faz, tem força de uma razão e um destino próprio: preservação dos seus traços de vida, região e costumes. Xilogravura – No começo do século passado, apareceu uma literatura de cordel, contando a greve da Estrada de Ferro e as artimanhas de Antônio Silvino. Destacamos: José Martins dos Santos, de Alagoas, autor das Capas e dos Poemas: As leseiras de João Leso, O defunto que falou no dia de finados. Todos editados em Maceió. Expressões do Folclore Nordestino: Frevo – “Pulando na frente das bandas de “musga”: antigo capoeirista do Recife estava, sem querer, criando as bases do “passo”, que é a dança que se dança com o frevo-música e dança coletiva, pois a dança individual é o passo” – Valdemar de Oliveira. É uma dança livre. Cada um procura se expressar, seguindo o ritmo explosivo do frevo, com presença pesada de metias. Blocos – No meio da loucura do frevo rasgado (frevo de rua) surge a nostalgia e romantismo do frevo de bloco, oferece oportunidade às moças e senhoras da classe média (à época) a participarem, formando-os e acrescentando a presença do coral, exemplo: Edgar Moraes. Assim, mencionamos alguns: Batutas da Boa Vista (1920), Madeira do Rosarinho, Banhistas do Pina, Bloco da Saudades, Batuta de São José, entre outros. Ursos – Katarina Real “Viemos da Itália Não trouxemos roupa Trouxemos este urso Enrolado na estopa” “Urso que dinheiro, quem não der, é pirangueiro”. O urso do carnaval, são dois homens: um urso e o domador. É um velho macacão coberto de estopa, agave, ou tira multicores. Sua origem é europeia, há mais de 10 mil anos antes de Cristo, segundo Katarina Real. Papangus – Tradição secular no Agreste, seguindo em 1881. Maracatus – “ O tarol anuncia levemente um esquema rítmico bem simples, rufado e intercalado de pausas. Quase no mesmo instante, o gonguê (agogô) assinala a sua rítmica característica: a seguir, dão estrada as caixas da guerra. Por essa altura, o tarol já passou do esquema inicial às variações. Daí, prosseguem as entradas dos zabumbas: o marcante destaca baques violentos e espaçados: O meião, pouco depois, segue o toque do marcante e , conjuntamente, ressoam os repiques, aumentando enormemente a intensidade do conjunto” – Guerra Peixe – Maracatu do Recife. O tratamento entre eles é de Majestade – numa referência ao status de cada um (originariamente). É uma expressão da cultura Negra que aqui chegou a partir de 1548. A nação de Congos – foi a que mais se destacou, com a proteção do “senhor branco” e o beneplácito da Igreja Católica. Destaques: Nação do Congo, Nação do Elefante, Nação da Estrela Brilhante, Leão Coroado, Cambinda, Estrela e Nação indiana. Violeiros –  Uma das mais típicas figuras do folclore brasileiro é o contador da vida. Cavalhada – Para Luiz da Câmara Cascudo, é um desfile e corrida de cavaleiros, jogo de argolinhas. Em Roma, fazia parte dos momentos cívicos e festividades sacras. Ciranda – Lembrando as danças de roda, tão presentes na nossa infância. Dança solidária de mãos dadas vem brincar. É cantada pelo mestre ou mestra. Nasceu nas cidades de Aliança e Nazaré da  Mata, chegados à Olinda, plantando-se em Itamaracá. Quem pode esquecer... Lia de Itamaracá? “Data de 1961 o aparecimento da Ciranda, em todas as festas folclóricas do Recife” – Padre Laime Diniz Coco – Com o tirador de Cocos (cantor), que comanda o canto. Sua característica é uma batida de pé, também, pandeiro, ganzá e triângulo fazem o apoio musical. Exemplo: é verde a estrada do amor – Edite Amorim. Mamulengo – “Homem da idade média, quando a igreja valeu-se do teatro de  marionetes, para educação religiosa” – Hermilo Borba Filho. Animais – Os animais sempre fizeram parte do nosso folclore: A Ema – Movimentada  por um menino debaixo de uma armação, que lembra o animal. A Burrinha – Montada por um Vaqueiro. O cavalo Marinho – “Cavalo Marinho chega para diante, faz uma mesura a essa toda gente. Cavalo  Marinho já pode chega, que a dona da casa mandou te chamar” O Boi – Principal figura do folclore popular.              “ Levanta-te boi vamos nos imbora que é de madrugada o rompê da aurora” Provérbios: Na terra de cego, quem tem um olho é rei. Quem tem telhado de vidro, não joga pedra no do vizinho. Quem vê a barba do vizinho arder, bota a sua de molho. Casa de ferreiro, espeto de pau. Quem tem filho barbado é gato... entre outros. Figuras Pitorescas do nosso folclore Amolador de facas e tesouras – Empurrando uma roda de bicicleta e disco de esmeril. Culinária – Pirão, carne de sol, vatapá, cuscuz, baião de dois, bolo de macaxeira, etc. Catador de Caranguejos – Encontrado nos manguezais. Tapioqueira -  Mulher que vende tapioca nas calçadas dos bairros, feito de goma de mandioca, numa frigideira com receio de coco ralado e outros. Exemplo: Vendedor de picolé, pirulito, cavaco, algodão doce, doce japonês, e o vendedor “vasculhadores”, colheres de pau, rapa coco e grelhas etc. Em Itamaracá – A Associação dos “fuxiqueiros” aprendendo a técnica de Fuxico. Diário de Pernambuco – 25/07/2025 página 07.   HOMENAGEM ESPECIAL Edson Moreira da Silva – Em tempo, não podemos terminar este trabalho, sem prestar uma homenagem ao professor historiador, pesquisador, homem de cultura e amigo. Fundador do “Quilombo Real!” em Maceió. Homem a quem o país deve muito de pesquisa e expressão cultural das nossas raízes, enfocando Zumbi dos Palmares. Ao AMIGO Edson Moreira da Silva, que me chamou de “Dandara”, falecido em 02 de setembro 2025. Nossas condolências à família e parabéns pelo legado cultural deixado por ele.    CONCLUSÃO Folclore – a nossa riqueza, raízes, razão da nossa luta e orgulho de ser nordestino: nativo, ou de coração. Salve o folclore da nossa gente, da gente boa, do meu Brasil! Obrigada.  AGRADECIMENTOS O Rotary Club do Recife manifesta seu sincero agradecimento à companheira Leny Amorim pela brilhante palestra com o tema Folclore Nordestino. Sua exposição não apenas enriqueceu nosso conhecimento, mas também valorizou a cultura da nossa região, despertando reflexões e admiração por nossas raízes.

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